Operação Calvário cumpriu três mandados de prisão preventiva e 25 de busca e apreensão

A quinta fase da Operação Calvário, deflagrada na manhã desta quarta-feira (9) cumpriu três mandados de prisão preventiva e 25 mandados de busca e apreensão em três municípios paraibanos e mais quatro estados. Além do secretário-executivo de Turismo da Paraíba, Ivan Burity de Almeida, também foram presos preventivamente o ex-secretário de Promoção da Paz de Alagoas, Jardel Aderico da Silva e o diretor do Hospital Geral de Mamanguape, Eduardo Simões Coutinho.

Foram cumpridos, de forma simultânea, 13 mandados na Paraíba, sendo dois de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão, nos municípios de João Pessoa, Santa Rita e Mataraca. No Rio de Janeiro foram quatro mandados, três em São Paulo e cinco no Paraná, todos de busca e apreensão, além de dois mandados (um de prisão preventiva e um de busca e apreensão) em Alagoas.

Os 25 mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos endereços do secretário de Educação da Paraíba, Aléssio Trindade de Barros; José Arthur Viana Teixeira, que também era ligado à Secretaria de Educação; Ivan Burity de Almeida, Pousada Potiguara/Camaratuba LTDA; Conesul Comercial e Tecnologia Educacional EIRELI; Márcio Nogueira Vignoli; Hilário Ananias Queiroz Nogueira; Editora Grafset LTDA; Vladimir dos Santos Neiva; J.R. Araújo Desenvolvimento Humano EIRELI/Editora Inteligência Relacional, este com localização em Ribeirão Preto/SP e Maceió/AL; Jardel da Silva Aderico; Antônio Carlos de Souza Rangel; Henaldo Vieira da Silva; Giovana Araújo Vieira; Mário Sérgio Santa Fé da Cruz; Eduardo Simões Coutinho; José Aledson de Moura; Instituto de Psicologia Clínica Educacional e Profissional (IPCEP) e Brink Mobil Equipamentos Educacionais LTDA, este último com localização em Colombo/PR, Curitiba/PR, Campina Grande do Sul/PR e São Paulo/SP.

A Operação Calvário e tem por objetivo investigar e desarticular uma Organização Criminosa responsável pela prática de atos de corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos em contratos firmados com as unidades de saúde e educação da Paraíba e cujos valores ultrapassam R$ 1 bilhão. Essa organização também atuou em outras unidades da federação, como o Rio de Janeiro.

Trabalho conjunto

A quinta fase da operação foi deflagrada pelo Ministério Público do Estado da Paraíba, por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco/MPPB), pela Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa (CCRIMP), Controladoria-Geral da União (CGU), pelo Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal (PF) e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A operação contou ainda, nesta etapa, com apoio operacional dos Ministérios Públicos dos Estados de São Paulo, Alagoas e Paraná, por meio de seus respectivos Gaeco, e do Rio de Janeiro, por intermédio do seu Grupo de Segurança e inteligência (CSI) e do Gaocrim, assim como a auditora do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba.

Por clickpb

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