Assessora de desembargador coloca em xeque decisão de Ricardo Porto sobre Aije

As redes sociais possibilitam a exposição de opiniões e a reivindicação de direitos. Mas quando servidores públicos usam as redes sociais para emitir uma opinião polêmica contra entes públicos, acontece um embate ético.

O ex-senador Cássio Cunha Lima usou suas redes sociais para dizer que a justiça “não só tarda, como também falha”. Cássio se referia ao voto  do relator da Aije do Empreender, José Ricardo Porto, que manteve a elegibilidade do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), aplicando apenas multa de R$ 50 mil ao socialista.

A irmã de Cássio, Glauce Rodrigues da Cunha Lima, comentou a publicação do irmão: “Tudo arranjado”. Glauce trabalha desde 2015 como assistente de gabinete do desembargador do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Joás de Brito Pereira Filho.

Como servidora do TJPB, Glauce pode causar um impasse ético entre o TJPB e o TRE, acusando publicamente  a lisura de um processo jurídico.

Com Polemicaparaiba

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