Capes atrasa edital e trava pesquisas sobre impactos do óleo no Nordeste

O edital emergencial da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) para financiar pesquisas sobre os problemas causados pelo óleo no litoral brasileiro está com seu resultado atrasado há quase um mês. Sem previsão de recursos, muitos cientistas veem a demora como uma trava para as análises, e buscam novas fontes de recurso ou deixam de tratar questão como prioridade para seguir com pesquisas já contempladas. Além disso, o valor destinado foi considerado baixo para custear tantos projetos pedidos.

Por conta da redução do orçamento e corte de verbas, as universidades federais do Nordeste —região afetada junto com o Rio de Janeiro e o Espírito Santo— tiveram dificuldades para pesquisar os impactos do óleo. Muitos deles tiveram de custear os levantamentos e viagens com recursos próprios.

Lançado em 22 de novembro, o edital teve prazo curto para inscrição: apenas dez dias, com encerramento em 4 de dezembro. O resultado, diz o texto da Capes —ligada ao Ministério da Educação—, estava previsto para ser divulgado a partir de 18 de dezembro.

Diário da Paraíba com UOL

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