Funcionários de hospitais da Paraíba fazem apelo para que população fique em casa

Uma onda de solidariedade tomou conta dos hospitais da Paraíba nesta quinta-feira (19). Os profissionais da saúde adotaram a campanha ‘Estamos aqui por vocês. Fiquem em casa por nós’. Essa frase está estampada em cartazes que os enfermeiros e médicos fizeram em uma foto para pedir aos paraibanos que fiquem em casa como forma de proteção ao novo coronavírus (COVID-19).

Entre os locais que participaram da campanha está o Hospital de Trauma, em Campina Grande, Hospital Regional em Cajazeiras, Hospital Infantil em Catolé do Rocha, Hospital Nova Esperança, Hospital São Vicente, Hospital Alberto Urquiza Wanderley em João Pessoa, entre outros.

A mensagem repassada pelos profissionais, segue a tendência de pedidos de médicos e enfermeiros de hospitais ao redor do mundo com a hastag #fiqueemcasa, que é uma campanha internacional.

Na Paraíba, já são 80 casos suspeitos e 1 confirmado. No Brasil já são cinco mortes confirmadas pelo coronavírus. O secretário de saúde Geraldo Medeiros reforçou que o melhor remédio no momento é o isolamento domiciliar, “esse tem sido visto como a melhor estratégia para evitar o contágio.”

Segundo o Ministério da Saúde, os hospitais também determinaram medidas de prevenção. As orientações dão conta de que visitas em enfermarias e UTIs coronárias, gerais e neonatais só são permitidas por uma hora por dia, dos avós estão suspensas a ala dos recém-nascidos, e somente um acompanhante adulto é permitido a permanência e visitas a áreas de isolamento estão proibidas.

O novo coronavírus, identificado na China ainda no ano passado, é denominado de SARS-CoV-2, uma família de vírus que causa problemas respiratórios e que pode ser transmitido a partir do contacto humano. Vistos ao microscópio, o coronavírus parece ter uma coroa de espinhos à sua volta, daí o nome.

A doença se espalhou rapidamente pelo mundo, matando até o momento 9 mil pessoas. Suas vítimas são acometidas por uma síndrome respiratória do Médio Oriente (MERS-CoV) e a síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV).

Diário da Paraíba com ClickPB

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